Diferente da ciência, eu acredito no que não conheço. Diferente da religião, eu não acredito que possuo toda a verdade. Em verdade sou um simples cristão, seguidor da mensagem de Jesus Cristo, crente na salvação da humanidade.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
O mal e a Perfeição Divina
Não é fácil desejar o bem
Enquanto ardo no mal
Só que, pasmem, o mal não é necessariamente mal
O mal é, na verdade,
a medida da perfeição de DEUS
Se não houvesse o mal
não teria como sentirmos a existência DIVINA
Nós não somos perfeitos
Portanto, somos maus
E o Senhor não deixa de nos amar por isso
Nosso interior guarda nossa casa
E nossa casa guarda profundos segredos
Alguns são fáceis de decifrar
Outros, só quando pularmos para o OUTRO LADO.
Em busca da dor
Quero muito a dor
Não mais fugirei dela
Tanto que a neguei
Porque ela me faz muito triste
e perturba meus sentidos
Mas ó, divina perfeição,
com quanta ironia preenches as equações do universo
Pois é exatamente na dor que eu encontro minha redenção
e, de certo modo, a minha paz
Não que a dor me faça bem
É que ela me permite estar entre as pessoas que sofrem
Em situação mais vulnerável
Que mais precisam de amor
E isso me toca
Portanto, não mais fugirei
Aceitarei a minha dor
E concentrarei-me, de agora em diante,
em buscar o Céu em meio ao inferno
Pois vivemos no inferno
Não há perfeição nesse mundo
Eu tenho que aprender a agradecer, todos os dias,
por mais um dia de vida
pelas lutas, desafios e conquistas
aprendendo a aceitar meus próprios erros
e a buscar uma vida mais plena
Descobri outro dia que não devo sofrer por não ser perfeito
O PAI não espera isso de nós
Pois sabe que NÃO somos
Senti que ele está feliz apenas por eu TENTAR
Pois tentando pode ser que um dia eu consiga
Para isso preciso ter FÉ
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Por que ser publicitário?
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Montanhas, relevos e poesia
Entre tardes de completo delírio
Eu me sento aqui, nesse penhasco,
envolto em uma completa solidão
O penhasco parece que como um palco,
com platéia e luzes
onde fico a aproximar-me, e a apreciar
as maravilhas daquele olhar
de mar intenso
e imensas montanhas
Todas, a me observar
Juntos tecemos grandes planos
Elas me ajudam, eu as ajudo
E assim eu, as montanhas e os relevos apreciamos nossos finais de tardes,
de imensa solidão e poesia
O homem esqueceu de apreciar as montanhas, entre bucólicos e melancólicos finais de tarde
quando aprendeu a viver, de outra forma,
passando seus finais de tarde de pura solidão,
em frente à TV
Desde então as montanhas, os relevos e os pores do sol
ponham-se a cantar, e a gritar
na esperança de chamar a atenção de alguém que, em um momento de solidão,
ponha-se a escutá-las
e a lhes fazer companhia
Para, juntos, apreciarem mais um final de tarde
no topo daquele penhasco
domingo, 22 de abril de 2012
Entre sonhos e realidades
domingo, 21 de agosto de 2011
Mudanças acontecem
Sim, pois enquanto apreciava o bom por do sol na Praia de Iracema
O qual sempre que posso estou
Encontrava-me sozinho
Minto, pois não estava sozinho
Mas entendi o sentimento que estava sentindo
Era a tal da falta
E o entendimento de várias coisas
Pensava eu, ingenuamente, que meus amigos ainda eram os mesmos
que minha mente lembrava
Quão bobo, pois ao olhar-me era evidente
o quão diferente eu também estava
E ai, cai a ficha
Você se lembra das musicas que gritavam lembrando
que o tempo não para
É, o tempo não para
A gente já fez vinte e não sei quantos
Bebeu todas e já caiu na calçada
Fudeu várias, mas não todas
E se pega vendo que está crescendo.
E vê que as coisas estão diferentes. Por que não sempre pensar que estão melhores?
Será mais difícil aceitar o novo
Ou se desfazer do velho?
Quer saber, do jeito que está tá bom demais!
domingo, 26 de junho de 2011
A fuga da coragem
Minha cabeça
Meu coração
E meu estômago
Guardam o meu medo
Seu cheiro é forte como o vermelho do sangue
E amargo
Minha coragem criou asas
Me deu um pé na bunda
E voou para longe
Me deixou aflito, sozinho
Mas sem ela, como conseguirei atrair
mulheres que me fazem feliz?
Como voltar a dividir chuveiros
E roça roça de pés sob as cobertas?
E o claro se tornou escuro
E o azul, vermelho
E o que era farto se tornou escasso
Para que se cumpram os designios
De quem nos entende mais do que nós mesmos
Pois tudo que é, um dia,
precisa deixar, um dia, de ser.
Volta, ó coragem
Preenche o vazio que em mim deixou
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
E se eu resolvesse
Nunca mais me apaixonar
deixar meu coração vegetando
E aceitasse seu sono profundo
Resolvesse, então, não acordar?
Talvez assim, morto
Voltasse a sentir o que é estar vivo




